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Quarta, 20 Março 2019 00:29

Registro no MAPA: o que as cervejarias precisam saber

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Em entrevista, o auditor fiscal federal agropecuário André Luiz de Almeida detalha como funciona o processo de registro
Os trâmites para abrir uma cervejaria comercial passam pela constituição legal da empresa, com contrato social, CNPJ, inscrição estadual, alvará de funcionamento e o registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que requer o cumprimento de uma série de exigências técnicas. Para auxiliar quem está passando por esse processo de registro ou quer saber mais sobre o que é avaliado pelo MAPA, a Beer Art conversou com o auditor fiscal federal agropecuário André Luiz Silveira de Almeida. Ele atua no Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do MAPA, na Superintendência Federal de Agricultura do Rio Grande do Sul.

Os auditores fiscais federais agropecuários são servidores ligados ao Ministério da Agricultura que realizam as vistorias, análises e laudos necessários para a concessão do registro dos estabelecimentos e produtos. Confira a entrevista:

Beer Art - Como é o processo de registro de uma cervejaria?

André Luiz de Almeida - O registro de estabelecimentos produtores de bebidas consiste em duas etapas. A primeira é documental e deve ser realizada no SIPEAGRO (Sistema Integrado de Registro de Estabelecimentos e Produtos Agropecuarios). A segunda etapa é uma vistoria no local onde é aplicada um check-list para verificação do cumprimento dos requisitos básicos para o seu funcionamento.

Beer Art - Quanto tempo dura o processo?

André Luiz de Almeida - De uma semana a seis meses. Impossível prever pois depende da eficiência da empresa em concluir a primeira etapa, o local do estabelecimento, a disponibilidade de Auditores para a análise documental e para a realização da vistoria.

Beer Art - Quais são as exigências que a cervejaria precisa atender para garantir o registro junto ao MAPA?

André Luiz de Almeida - As exigências para o registro estão previstas nas Instruções Normativas (IN) MAPA 72/2018 e as de boas praticas de fabricação estão na IN 05/2000 .

Beer Art - Qual é a documentação que deve ser entregue na solicitação de registro?

André Luiz de Almeida - Estão previstas no Anexo II item 1 da IN 72/2018, dentre os quais temos: CPF dos sócios da empresa ou representante legal, CNPJ, Contrato Social, alvará de funcionamento, responsável técnico, memorial descritivo das instalações e laudo de potabilidade da água.

Beer Art - Que tipo de profissional deve ser contratado como responsável técnico?

André Luiz de Almeida - A competência do profissional deve ser atestada pelo seu Conselho Profissional, mas os mais frequentes são químicos, farmacêuticos, agrônomos, engenheiros de alimentos dentre outos.

Beer Art - Pensando no consumidor, como as exigências do Ministério contribuem para garantir um produto com mais qualidade?

André Luiz de Almeida - O fato de um estabelecimento possuir o registro no MAPA significa que o mesmo foi vistoriado por um profissional competente, que considerou esse estabelecimento apto a funcionar atendendo as boas práticas de fabricação.

Beer Art - Quais são as diferenças entre o registro da cerveja e da cervejaria?

André Luiz de Almeida - O registro de produto é uma etapa posterior ao registro do estabelecimento. Apenas um estabelecimento devidamente registrado pode solicitar um registro de produto.

Beer Art - Quais são os principais erros que podem inviabilizar o registro?

André Luiz de Almeida - Os erros normalmente não inviabilizam os registros, mas aumentam o tempo para sua obtenção. Os mais comuns, no caso de produto, dizem respeito a sua denominação e composição.

Beer Art - O que os fiscais avaliam na vistoria inicial e nas inspeções de rotina?

André Luiz de Almeida - Basicamente se a empresa está cumprindo o seu Manual de Boas Práticas e os aspectos estruturais como o isolamento das áreas de produção e envase, a limpeza dos equipamentos, os registros de problemas ocorridos.

Beer Art - Quais são as análises realizadas por vocês?

André Luiz de Almeida - Pode ser tanto para fins de análise do padrão de identidade e qualidade, quanto para uma ação específica de coleta de amostras. Nesse caso, pode ser feita tanto na empresa, quanto no comércio. Por exemplo, já fizemos verificação de eventos transgênicos em cervejas que contivessem derivados do milho. Houve uma demanda de um estado solicitando esclarecimentos sobre o uso de matérias-primas derivadas do milho em cervejas, que poderiam ser fontes de alimentos transgênicos e isso deveria constar no rótulo. Nós coletamos a cerveja, analisamos, mas não foi possível identificar esses eventos transgênicos na bebida.

Beer Art - Quais são os parâmetros que devem ser contemplados no laudo de potabilidade da água entregue ao MAPA?

André Luiz de Almeida - A empresa tem sempre que controlar a potabilidade da água utilizada. O laudo, que deve ser apresentado no momento da solicitação do registro e depois nas inspeções de rotina, precisa contemplar no mínimo cinco parâmetros: cor, turbidez, ph, cloro residual total e coliformes totais. Esses são o mínimo, claro que para a empresa por sua própria necessidade, em geral para a cerveja, é importante controlar também alguns minerais, dureza, carbonato, sulfato, cloro, cloreto, magnésio e vários outros. Porque a composição salina da água influi baste nas características do produto.

Beer Art - Recentemente, em matéria da TV NBR, o governo federalanunciou alterações no processo de registro da cerveja, que passaria a ser declaratório. O que muda nessas condições?

André Luiz de Almeida - Existe essa previsão, o que vai exigir mais atenção por parte dos estabelecimentos produtores de bebidas, uma vez que, serão responsabilizados por eventuais desconformidades, que hoje são previamente solucionadas durante o processo de registro. Algumas solicitações chegam a voltar ao solicitante mais de 10 vezes para atender as pendências antes que o registro seja concedido.

Beer Art - Que dicas você poderia dar para quem pretende solicitar o registro em breve?

André Luiz de Almeida - Que os interessados estudem a Legislação antes de iniciarem a atividade e contratem um bom responsável técnico para assessorá-lo tanto no processo de registro como na produção propriamente dita.

Beer Art - As exigências mudam conforme o tamanho da cervejaria e o fato de ser artesanal ou não?

André Luiz de Almeida - O Ministério da Agricultura não faz essa distinção entre uma cervejaria gigante e uma pequena. Isso é como eles se auto-intitulam. Não existe hoje uma definição legal, para o Ministério da Agricultura, de qual é a diferença de uma cervejaria artesanal ou industrial. Portanto, as exigências são as mesmas.

Fonte: Revista Beer Art

Hoje, no Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos, vamos relembrar o trabalho deste artista.

A HQ A História da Cerveja no Mundo e em Blumenau se propõe a contar as origens da bebida alcoólica mais consumida no mundo e também sobre os ilustres cervejeiros da antiga colônia Blumenau.

Toda a história é apresentada por um barman, que narra toda a trajetória da cerveja. O trabalho visa o resgate histórico da região, já que a cerveja é um legado cultural trazido com os primeiros imigrantes alemães que foram para Blumenau, região que atualmente destaca-se como importante polo produtor da bebida.

O trabalho foi viabilizado pelo apoio direto de 19 empresas, que adquiriram cotas publicitárias com a inserção de anúncios dentro da revista, que tem tiragem de 3.500 exemplares e será distribuída gratuitamente entre os apoiadores do projeto, nos museus, hotéis e pontos turísticos de Blumenau.

Para conferir a HQ, criada pelo ilustrador e quadrinista blumenauense Alex Guenther, é só clicar aqui.

O Pedal Pub ou Beer Bike é uma engenhoca muito criativa e saudável, você pedala e abastece a alma com a boa cerveja.

Trata-se simplesmente de um estranho veículo movido a pedais e o mais curioso é que quem pedala são os clientes, que além de se divertirem, fazem exercícios e matam a sede com cerveja.

O produto está a venda ou para locação no Estados Unidos, a inspiração e criação veio da Europa e quem sabe logo mais veremos uma dessa por aqui, seria muito propício já que a onda é ter ciclovias em todos os lugares, principalmente em São Paulo.

 

Apostando na venda de growlers, Rodrigo Fernandes expandiu um novo nicho do consumo da bebida no Brasil.

A cerveja artesanal hoje é moda em vários cantos do Brasil. E, conforme as cervejarias se proliferam (o número saltou de 679 para 835 produtoras no Brasil entre o fim de 2017 e outubro passado, de acrodo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), há empreendedores que enxergara, bem cedo uma nova forma de consumo. Rodrigo Fernandes é um deles, e vem fazendo um bom dinheiro comercializando growlers de cerveja.

Os tais growlers são garrafões reutilizáveis para armazenar maior quantidade do que a vendida em embalagens comuns. Os produtos são vendidos para consumidores interessados em consumir cerveja de boa qualidade e empresas dispostas a vender a bebida nos garrafões.

Há dois anos, Fernandes percebeu essa tendência em uma viagem aos Estados Unidos. Lá, um número crescente de pessoas estava levando garrafas estilizadas de variados tamanhos para o bar, enchendo-as com a cerveja ou chope desejado e levando a bebida para casa.

Não são garrafas comuns, mas dotadas de alças que facilitam servir a cerveja em copos para o consumo final. Uma ideia que era comum no século 19, mas que caiu em desuso conforme chegou a tendência das embalagens individuais e descartáveis ao consumo de bebidas.

Percebendo que, assim como as cervejas artesanais em si, a moda dos growlers inevitavelmente chegaria ao Brasil, Fernandes se antecipou e criou em 2017 a My Growler, passando a importar os garrafões. Um investimento de R$ 100 mil deu início ao negócio, com modelos cuja capacidade vão de um a quatro litros.

“Este é um mercado que só cresce e, e em que o consumidor sabe porque paga mais: as cervejarias artesanais entregam uma oportunidade de diversificação, de novas experiências, novos sabores, e isso é uma tendência irrevogável no mercado”, conta o agora CEO da My Growler.

E, com os garrafões, alia-se a esse novo momento do consumo o fator da sustentabilidade: se reduz o consumo e descarte de embalagens e, consequentemente, o uso de recursos naturais na produção delas. Além disso, os processos de pasteurização e envase se tornam desnecessários, e a logística é facilitada – por outro lado, os bares e as lojas precisam se adaptar para ter cervejas em torneiras que sirvam os growlers, e não apenas em garrafas fechadas.

Após cerca de dois anos de operação, a My Growler estima para 2019 uma receita de R$ 2,5 milhões com a venda de growlers. Hoje, a empresa já tem uma variedade maior de produtos, com growlers de inox e capas térmicas para os de vidro. A companhia também atende empresas que queiram estampar sua marca nos garrafões para a venda de growlers personalizados.

Com o negócio em franca expansão, Fernandes projeta também para este ano investimentos de R$ 100 mil na diversificação dos produtos e em R$ 200 mil para a expansão de growler stations – estações de abastecimento de chope e cerveja que são instaladas em supermercados e lojas de conveniência, por exemplo.

Fonte: PEGN

 

Sem querer ser exaustivo nem futurólogo, o que 2019 reserva para a cerveja artesanal? Qual seu palpite? Veja o que diz o colunista do Bom Gourmet
Todo fim de ano passo pela mesma crise: qual assunto abordar aqui. São cerca de 10 anos de coluna e já falei de muito coisa. Natal, Réveillon, presentes, kits, mais presentes, harmonização com a ceia e até como descobrir o gosto para cervejas do presenteado já foram temas. Haja criatividade! Haja cerveja!

Então esse ano decidi pedir licença para o Natal e outros assuntos da virada e trabalhar com o futuro. Sem querer ser exaustivo nem futurólogo, o que 2019 reserva para a cerveja artesanal? Qual seu palpite? Aqui vão os meus para você ficar atento.

1 – Crescimento da oferta
Tão certo como o cinza do céu de Curitiba é dizer que o número de cervejarias vai aumentar ainda mais, assim como as opções de cervejas para todos nós. Segundo levantamento de outubro do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o país chegou a 835 fábricas com maior concentração no Sul (369) e Sudeste (328). Um crescimento 4 novas cervejarias por semana ou 23% em 9 meses – o último, de dezembro de 2017, apontava 679 plantas. Isso tudo não considera as chamadas cervejarias ciganas, marcas que terceirizam a produção em outras cervejarias. O número total de produtos registrados chegou a 16.968, uma média de 20 por instalação.

2 – O império das IPAs
Não há números específicos, principalmente aqui no Brasil, mas o estilo IPA, de alto amargor e muito aroma de lúpulo, cresceu muito em popularidade nos últimos anos. Nos Estados Unidos é o mais popular (28% do mercado de cervejas artesanais), de acordo com dados da Brewers Association (BA), a associação dos cervejeiros artesanais dos EUA, e também um dos que mais tem inovações. O estilo New England IPA, menos amargo e mais aromático, apareceu por aqui nos últimos dois anos e faz muito sucesso. Por lá, com um pouco mais de tempo no mercado, já ocupa 1,2% do mercado de cervejas artesanais. Algo impressionante para um tipo de cerveja tão novo.

A mais recente onda é da chamada Brut IPA – com baixo amargor, intenso aroma e sabor de lúpulo, super leve e refrescante – que já está chegando por aqui e é uma das apostas para o verão. IPA com frutas também deve despontar em breve no Brasil como já está acontecendo em terras norte-americanas.

3 – Leves e refrescantes
Há também um grande espaço para cervejas leves e refrescantes. Apesar das cervejas de trigo alemãs, as Weizenbiers, estarem meio em baixa, os estilos ácidos, chamados de Sour Beers, estão crescendo muito. No Festival Brasileiro da Cerveja, o maior evento de cerveja artesanal do país atualmente, a grande maioria dos 130 estandes de cervejarias tinha opções desse tipo. É também um estilo de cerveja muito criativo, marcado pela acidez, mas que pode ser adicionado de frutas, madeiras, ser mais simples ou complexo, etc. Serão as Sours Beers as novas IPAs?

4 – A cerveja como experiência
Artigos recentes da BA apontam que o consumidor está valorizando cada vez mais as ocasiões de consumo da cerveja artesanal, não só o produto. Nesse sentido, segue uma tendência mundial que também acontece em outros setores de consumo. Harmonizações, visitas em cervejarias, tap rooms, festivais, turismo cervejeiro são áreas que devem crescer cada vez mais e se refletir no aumento do consumo da cerveja “per capita” e do mercado.

E você, já visitou uma cervejaria? Várias delas têm tours guiados e até espaço para eventos, além de uma cerveja bem fresquinha sendo servida e o famoso tour pela fábrica, para você conhecer mais sobre como a bebida é feita.

LG HomeBrew será apresentada durante a CES 2019. Aparelho funciona como uma máquina de café expresso por cápsulas

Que tal ter uma máquina de cerveja artesanal na sua casa que possa ser controlada diretamente por um aplicativo de celular? A LG Electronics combinou algumas tecnologias para entregar esse tipo de comodismo e, claro, para exibir como tecnologias como Internet das Coisas e Inteligência Artificial podem fazer parte de nossas rotinas. Batizada de LG HomeBrew, a máquina será exibida na CES 2019, em janeiro.

E como funciona? O sistema recorre a um método semelhante às máquinas de café expresso que utilizam cápsulas. "O dispositivo de última geração torna o processo de fabricação de cerveja incrivelmente fácil graças à sua cápsulas de uso único, algoritmo de fermentação otimizado e conveniente recurso de auto-limpeza", resume a companhia em comunicado.

As cápsulas de uso único contêm malte, levedura, óleo de lúpulo e aromatizante. Ou seja, para fazer sua própria cerveja, basta pressionar um botão, já que a máquina automatiza todo o procedimento, desde a fermentação, carbonatação e envelhecimento e até o serviço de limpeza.

Complementa a experiência um aplicativo gratuito (para dispositivos Android e iOS), que permite que usuários verifiquem o status da cerveja a qualquer momento.

Segundo a LG, um algoritmo de fermentação otimizado controla o processo de fermentação, com controle preciso de temperatura e pressão para garantir a qualidade da produção de cerveja. Já o sistema de limpeza resolve a sujeira automaticamente usando apenas água quente, garantindo que tudo esteja higienicamente limpo para o próximo lote.

A fabricante ainda informa que o HomeBrew consegue produzir até cinco litros de cerveja de qualidade premium em aproximadamente duas semanas, dependendo do tipo de cerveja. Entre os tipos de cervejas que podem ser fabricados em casa pela máquina estão a IPA, Pale Ale, Stout e Pilsner.

“O LG HomeBrew é o culminar de anos de eletrodomésticos e tecnologias de purificação de água que desenvolvemos ao longo das décadas”, disse Song Dae-hyun, presidente da LG Electronics Home Appliance & Air Solution Company. "O uso de cerveja em casa cresceu a um ritmo explosivo, mas ainda há muitos amantes da cerveja que não deram o salto por causa da barreira à entrada e esses são os consumidores que achamos que serão atraídos pelo LG HomeBrew."

A LG ainda não revelou informações sobre preço e quando o produto chegará ao mercado brasileiro.

Fonte: IDG Now

 

Quarta, 13 Fevereiro 2019 06:19

Dortmund Bier é opção turística no Circuito das Águas

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Visita a cervejaria em Serra Negra, no interior paulista, é um programa entre belas paisagens

Destacada por sua paisagem natural e pelas ricas fontes de águas minerais, Serra Negra abriga também excelentes opções de compras, lazer e uma das mais respeitadas cervejarias artesanais do interior paulista, a Dortmund Bier. Localizado a cerca de 150 km de São Paulo, o Circuito das Águas Paulistas é composto por nove cidades. Além de Serra Negra, o roteiro inclui Águas de Lindóia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Pedreira e Socorro.

Há sete anos a Dortmund Bier produz na cidade suas cervejas artesanais, a maioria delas tradicionais estilos da escola alemã, como Bohemian Pilsen, German Hefeweizen, German Pilsen, Imperial German IPA, Oatmeal Stout e Witbier, além de oferecer um dos espaços gastronômicos mais prestigiados da região.

A visitação à fábrica é aberta de sexta a domingo com ingresso no valor de R$ 30, incluindo passeio guiado pelo interior da fábrica – onde se pode conhecer detalhes dos processos cervejeiros, degustação de três estilos de chope ontap, gift da cervejaria como cortesia, preço especial para compras da loja de fábrica e entrada liberada ao pub anexo, com torneiras para até 15 estilos de chopes.

A Dortmund Bier produz atualmente nove rótulos e contabiliza 12 medalhas em seu portfólio. O rótulo mais premiado da cervejaria é a Nostradamus, uma Oatmeal Stout (5,5% de teor alcoólico, amargor de IBU 20) produzida com maltes torrados provenientes da França e Alemanha, eleita a melhor cerveja Stout do Mundo no Mondial de la Biére (2013), e medalha de bronze no Festival Brasileiro da Cerveja (2014) e Copa Cervezas de América (2017).

Para harmonizar com todos os rótulos produzidos pela cervejaria, o Pub Dortmund serve variado cardápio de saladas, massas, carnes, lanches e porções com especial atenção à culinária internacional, destacando clássicos gastronômicos, como joelho de porco defumado com salada de batata e chucrute, e pratos autorais, como o bife de chorizo com spaguetti ao molho de queijo local - o premiado Tulha, gnocchi de mandioquinha com fonduta de queijo Taleggio e shitake, salada Dortmund (mix de folhas verdes, abobrinhas marinadas, queijo de cabra e tomate cereja confit), Camembert empanado com mel silvestre, risoto de mignon na cerveja Nostradamus com mix de cogumelos e spaguetti com lula na cerveja Lenderhof Weiss.

Na área externa do pub funciona um charmoso deck com vista para as montanhas e um maravilhoso por do sol, onde se serve o chope mais fresco da cidade. Ocasionalmente, há bandas tocando no local (programação divulgada no Instagram).

Serviço

O quê: Dortmund Pub
Quando: sexta, das 18h às 24h, sábado das 12h às 24h e domingo das 12h às 18h - visitação à fábrica sexta às 18h30min, sábado às 15h30min e às 17h30min e domingos às 15h
Onde: Rod SP 360 - Km 144,7 S/N – Serra Negra/SP
Quanto: de R$ 9,90 a R$ 15,60 o copo de 300 ml de Pils, Schloss, Nostradamus, Old Ship, Ceské Pivo, Red Rose, Linderhof, Schloss, The White IPA, Hopfen, Session IPA, Old Plane IPA, R$ 30 por pessoa para visita à fábrica
Como: para o pub, reservas pelo (19) 3938-4647, lotação máxima de 120 pessoas, agendamento para a visita à fábrica individual ou grupos limitados a 20 pessoas, pelo telefone (19) 3892-1840

Revista BeerArt

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